quinta-feira, 23 de novembro de 2017

MOVIMENTO DOS CURSILHOS DE CRISTANDADE









 


Mais de 300 Cursilhistas das dioceses de Coimbra, Guarda, Leiria, Portalegre-Castelo Branco e Santarém reuniram-se, no dia 11 de Novembro, na Senhora dos Remédios-Sertã, para as II Jornadas do Núcleo Centro.
Os trabalhos da manhã iniciaram com o acolhimento a todos os presentes. O presidente do secretariado coordenador do Núcleo deu as boas-vindas a todos os presentes e referiu que é “através do convívio e amizade que juntos formamos comunidade”.
É tempo de ser esperança foi o cântico com que o Padre Francisco Pereira, Capelão do Santuário de Fátima, iniciou a apresentação do tema “A Santificação dos Pastorinhos”, cujo mote é a amizade e o amor que Cristo tem por nós.
O Padre Francisco Pereira expôs a forma como os pastorinhos viveram a sua vida centrada em Deus e como enfrentaram as adversidades da altura suportando a sua cruz com Fé e oração. E mais disse que, deixando-nos a nós, hoje, um apelo à oração e contemplação em Jesus, somos convidados a olhar para estas crianças como semente de Vida e de Fé.
A cada cursilhista deixou o desafio de “imitar o exemplo de vida deles. E que cada um de nós é chamado a converter-se ao amor do Pai, pois só Ele sustem a nossa vida”. Somos interpelados a “aceitar com amor e alegria tudo o que Ele gerou e incendiá-lo para sermos luz, esperança e misericórdia com cada pessoa que encontramos”.

Houve depois um espaço para as ressonâncias de um elemento por cada diocese. Seguiu-se a Eucaristia em que o sr. Bispo na homilia deixou no ar dois pensamentos: primeiro interpelou cada um dos presentes com o exemplo daquelas crianças que” tão pequeninas e sem formação abraçaram uma causa em favor dos outros”; no segundo pensamento apelou à necessidade da vigilância, lembrando que “Deve ser uma Fé alimentada pela candeia da Palavra, da caridade, de forma a sermos vigilantes e não deixarmos a candeia apagar-se, tal como os pastorinhos que não podiam negar o que tinham visto e ajudaram-se uns aos outros. Mas hoje falta muito isso nas nossas comunidades”.
Seguiu-se o almoço e a animação musical com o grupo de jovens “Cristo palavra de Fé” da paróquia do Rossio ao Sul do Tejo, Diocese de Portalegre-Castelo Branco. 

Durante a tarde foram também homenageados os cursilhistas do Núcleo Centro presentes que fizeram as bodas de Ouro dos seus cursilhos.
A tarde terminou à volta de castanhas, água-pé e jeropiga, mas à cursilhista: “ muita Alegria, partilha, convívio, AMIZADE; tudo com moderação e sem excessos”.


Sandra Ribeiro
Proença-a-Nova, Diocese de Portalegre-Castelo Branco


sábado, 14 de outubro de 2017

Quase ninguém tem tempo...

 É mesmo verdade como dizia a canção -"quase ninguém tem tempo..."

* * *
Quase ninguém tem tempo para viver as coisas importantes da vida. Uma desenfreada busca por uma alegria passageira, e que não deixa marca, não constrói história, não concretiza um futuro. Partes de uma vida que não encaixam umas nas outras, e apenas revelam pedaços de algo, a que mais tarde dificilmente chamaremos de vida!



É necessário olhar e abraçar o que verdadeiramente dá significado e sentido à nossa história. É necessário abrandar porque somos importante para Alguém, porque Alguém nos ama e espera de nós resposta ao Seu Amor. Atentos à vida, ela ensina-nos a dar os passos certos e a vivê-la com alegria e fé. Se atentos e centrados no importante dos dias, viveremos sem pena ou tristeza, os dias que estão reservados para nós, pois serão suficientes para nos levarem a compreender o que significa a Felicidade!
Nuno Silva

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

D. António Moiteiro apresenta Jornadas Nacionais...

http://www.educris.com/v3/catequese/7336-d-antonio-moiteiro-apresenta-jornadas-nacionais-de-catequistas



Numa grande entrevista o novo presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF) apresenta as Jornadas Nacionais de Catequistas (JNC2017) e deixa o desafio: "que seja um tempo forte de análise da nova Carta Pastoral". 





terça-feira, 10 de outubro de 2017

Jornadas de Núcleo Centro Cursilhos de Cristandade

sexta-feira, 7 de abril de 2017

VIIº Encontro Diocesano de EMRC – “Vida(s) com Sentido”






No passado dia 31 de março, a Sertã teve a felicidade de ser o local eleito para a realização do VIIº Encontro Diocesano cujo tema foi “Vida(s) Com Sentido”, da responsabilidade dos professores da Zona do Pinhal e do Secretariado Diocesano de EMRC de  Portalegre/Castelo Branco. Os alunos de E.M.R.C da Sertã foram os anfitriões do evento, estes acolheram calorosamente os seus colegas das escolas de Abrantes, Cernache do Bonjardim, Gavião, Oleiros, Portalegre, Proença-a-Nova e Vila-de-Rei, e inclusivamente os alunos da própria localidade numa receção cheia de música e diversão. Após a receção, os alunos foram divididos em três grupos, tendo por referencia uma cor identificativa que serviu de orientação para a deslocação aos diferentes espaços onde decorriam as diferentes sessões. As atividades realizadas em paralelo, para uma melhor gestão de espaço e tempo, foram realizadas na Casa da Cultura, no ginásio da Escola Secundária da Sertã e no salão dos Escuteiros e  por fim na Nossa Senhora dos Remédios. Na Casa da Cultura, tivemos a felicidade de ouvir a doutora Teresa Mendonça falar não de uma fórmula comum de todos chegarem à felicidade, mas sim de como cada um se deve esforçar para ser feliz. A felicidade é uma conquista, num trabalho pessoal e insubstituível que cada um tem a tarefa de construir e não uma fórmula mágica, medicamento ou uma receita. Trabalhando no IPO, a doutora Teresa explicou-nos que, devido à sua longa experiência com doentes terminais, ganhou a noção de que muita gente chega às portas da morte sem nunca ter sido realmente feliz, o que nos fez realmente pensar que nunca devemos esperar que a vida nos abane com um problema, por exemplo do tipo oncológico, para começarmos a pensar qual o verdadeiro sentido de estarmos aqui e se somos realmente felizes. Ora quanto a isto  tenho a completa noção que a fé do Homem pode ser o seu melhor alicerce tanto para o guiar pela via mais correta como também para o apoiar quando este mais necessita. Por isso, quer seja pela fé ou por outras formas de encontrar o sentido da nossa vida, para mim, o ponto fulcral da questão é que sejamos nós a encontrar esse caminho. 
Na sessão da casa dos escuteiros, orientada pela pastoral juvenil, tivemos a oportunidade de saborear a partilha do professor Rui Correia, no seu percurso de formação cristã que passou pelos convívios fraternos, a experiencia de Taizé. Ficamos inquietos pelo seu testemunho de serviço de voluntariado, nomeadamente o seu trabalho com refugiados e que muito nos sensibilizou e desafiou, em termos uma atitude de desinstalação, de ousarmos “caminhar descalços”, sem seguranças, de atrevermo-nos a sair do nosso espaço de conforto e empreendermos, por vezes, o caminho do desconhecido. Saindo de nós mesmos dilatamos a nossa capacidade de amar, alargamos o nosso campo de intervenção, somos mais humanos e fraternos.
Após a sessão ter sido dada como terminada, nós, os guias do grupo da bandeira preta, guiámos os nossos colegas até à escola Secundária da Sertã. O clima estava do nosso lado, pelo que todos nós podemos disfrutar de um belo passeio ao ar livre enquanto nos dirigíamos para a escola. Já na escola, contámos com o testemunho do padre Pedro Nuno Folgado, uma palestra bastante interessante. Por volta da hora de almoço, todos os grupos subiram rumo à Nossa Senhora dos Remédios, ao ritmo dos bombos que nos acompanharam durante toda a caminhada. Uma vez chegados ao local, todos nós aproveitámos para falar e fazer novas amizades, um dos grandes pontos positivos destes encontros diocesanos, a partilha de amizades e convívio entre todos. Contudo a tarde ainda nos reservava grandes emoções! Houve de tudo. Desde as bandas regionais a comediantes, de vozes únicas a futuros “entertainers”, toda a gente promoveu o melhor ambiente possível e todos desfrutaram de uma forma ou de outra. Mais uma vez, a disciplina de E.M.R.C. teve o privilégio de poder espalhar amor e carinho por todos nós, através de atividades lúdicas que deram primazia ao convívio. Bem hajam também os nossos professores de moral: professor Rui Ribeiro, professor Manuel Esteves, professor Rui Correia, professora Margarida e professor Filipe pois sem eles nada disto seria possível.
Por fim, um agradecimento por parte de todos os alunos participantes no evento, pois sentimo-nos em casa, todos nós, mesmo aqueles que vieram de longe. Que a disciplina E.M.R.C continue a ter o seu impacto positivo na juventude!
Gonçalo Gato