sábado, 25 de março de 2017

Mini Cursilho para casais





  Movimento dos Cursilhos de Cristandade
      Diocese de Portalegre - Castelo Branco






“ Amar não é olhar um para o outro mas florir juntos em amizade e boas obras.”


O 29º Mini-Cursilho para Casais da Diocese de Portalegre e Castelo Branco realizou-se no passado dia 11 de Março, na casa diocesana em Mem Soares, sob o lema “Ser cada vez mais felizes em casal”.
Os casais que viveram o cursilho em separado, tiveram agora a oportunidade de o vivenciar em conjunto. A viver esta experiência estiveram presentes 16 casais de diversas zonas da diocese: Abrantes (Santa Margarida, Rossio ao Sul do Tejo, Sardoal), Pinhal (Proença-a Nova, Cardigos, Sertã), Castelo Branco, Gavião, Nisa e Portalegre.
O Curso  teve a orientação espiritual do Padre Adelino Cardoso e do padre Carlos Almeida, com contributo testemunhal e vivencial dos casais Lucília e Francisco, Milu e Artur, Natária e António, que com a sua disponibilidade e entrega marcou estes casais, cujos testemunho e exemplo foram determinantes para o caminho que irão percorrer no contexto de uma sociedade cada vez mais exigente e penalizadora para as famílias.
Depois de um breve acolhimento iniciaram-se as atividades na capela com a entrega do dia ao Senhor, para que se abrisse o coração à mensagem.
Da reflexão temática e experiência de espiritualidade registamos as seguintes ideias-chave: «No nosso mundo hoje totalmente diferente com novas configurações familiares urge cada vez mais sermos luz e sal no ambiente onde vivemos. O maior desafio de hoje é ser um casal cristão normal no mundo de hoje. É ser célula, é ser igreja doméstica.

São muitos os canais que temos: oração em comum, selecionar o que se vê na televisão, conviver, procurar a oração, procurar amizades cristãs, planear a vida de forma compartilhada, ter a humildade de reconhecer os erros, etc. O casal cristão deve estar atento aos sinais do tempo, ser um cristão activo e não passivo.
 É necessário fazer uma reforma pessoal (eu e eu, eu e os outros, eu e as necessidades temporais e eu e Deus), uma reforma em casal e uma reforma em ambientes. Além disso é igualmente necessário haver uma mudança conjugal/comunitária, sermos igreja colaborando ativamente na mesma, o amor é a própria palavra de Cristo e por último o sentido comunitário cristão depende também da nossa abertura aos outros. Os laços que unem uma verdadeira comunidade conjugal são: o amor (é aquele que mais se dá e não o que mais ama), os filhos, objetivos comuns e os outros baseados no diálogo e na compreensão. Uma verdadeira comunidade conjugal é construída no respeito, na mortificação, ordenação de valores e revisão de vida. Quanto à reforma comunitária dos ambientes o primeiro, como não podia deixar de ser, é na família, depois vizinhança, profissional, associações, política e eclesial. »
Na sessão de encerramento os casais não hesitaram em partilhar o quão gratificante foi e como é bom periodicamente darem a si próprios a oportunidade de em casal reservarem algum tempo para reanalisarem a sua vida, redefinirem o caminho que vêm percorrendo e reconhecerem a importância da solidez da sua relação para a estabilidade familiar.
O encontro terminou com a Eucaristia presidida pelo assistente espiritual Padre Adelino e com os casais a renovarem o seu compromisso conjugal.

CASAL SANDRA e LUIS ANTÓNIO RIBEIRO

Narrativa de Fátima

  A partir de hoje, 25 de março, estarão disponíveis as propostas de aulas de EMRC sobre a narrativa de Fátima no portal www.educris.com, em "centro de recursos", na área "EMRC: aulas sobre Fátima".
 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

VIDA(S) COM SENTIDO




VIIº Encontro Diocesano de Alunos de EMRC do 9º Ano e Ensino Secundário
Sertã – 31 de Março de 2017


Tendo em conta o Tema geral que a diocese nos propõe para este ano de 2017 - “A fé dá sentido(s) à Vida”, optamos por este mesmo tema reflectindo sobre “Vida(s) com sentido”, procurando descobrir o sentido na vida nalguns testemunhos que nos ajudam a viver a nossa vida com mais sentido.
O queremos dizer, quando dizemos “viver a vida com sentido”?
Há quem viva sem se preocupar muito com o sentido que dá à sua vida; vai vivendo, e pronto! Há também quem se questione constantemente pelo sentido da vida, e viva sempre à procura de um sentido que nunca satisfaz e, por isso, entram em contínua frustração. Caem facilmente naquele estado de insatisfação que conduz ao descredito, àquela falta de esperança tal, que as leva a perder a confiança nas pessoas e nas instituições  e a vida torna-se uma vida sem sentido, uma vida sem “sabor”.
Mas há também aqueles que procuraram e encontraram um sentido válido para a vida e vivem a vida com sentido: encontraram “sabor” para a vida, tanto para as horas felizes, como para as horas amargas e tristes que por vezes aparecem.
Questionar-se sobre o sentido da vida é já meio caminho para encontrar o verdadeiro sentido, aquele “sabor” que faz viver a vida plenamente, aconteça o que acontecer. Mas onde encontrar esse “sabor”? Fica o desafio para este nosso encontro diocesano de alunos de EMRC, 9º ano e Secundário.
Que “a presença de Deus acompanhe a busca sincera que indivíduos e grupos efetuam para encontrar apoio e sentido para a sua vida… Esta presença precisa de ser descoberta, desvendada…”(EvG, 71) como nos diz o Papa Francisco.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

sexta-feira, 29 de abril de 2016

74.º Cursilho de Cristandade de Mulheres da Diocese de Portalegre e Castelo Branco




Com a graça de Deus, realizou-se mais uma vez, na nossa Diocese, um
Cursilho de Cristandade para Senhoras. Desta vez o 74º…

Realizou-se, entre os dias 14 e 17 de Abril e, como habitualmente, na
Casa Diocesana de Mem Soares. Nele participaram 34 valentes mulheres
dos vários arciprestados diocesanos que respondendo generosamente ao
convite que o Senhor lhes fazia, viveram a descoberta e a vivência
profunda do Amor de Deus por cada um de nós. Foram, nesta aventura,
acompanhadas por uma equipa de 12 leigas e quatro sacerdotes.

Foi em verdadeiro clima de reflexão, descoberta, entrega, fraternidade
e Amizade que se viveu e conviveu o Amor de Deus numa Alegria própria
dos que aceitam a fantástica Aventura de responder SIM ao Seu
chamamento.

Também a presença dos que na retaguarda pediam ao Senhor que sobre
todas/os derramasse as Suas Graças, foi apoio e estimulo sentido e
reconhecido.

E foi numa caminhada em graça consciente, crescente e de forma
comunicada que os seus corações se foram abrindo ao Encontro do Amor
de Cristo projetando-se nas novas irmãs.

A alegria dessa descoberta refletia-se no seu semblante e o brilho dos
seus olhos mostrava o que elas próprias podiam firmemente afirmar: “O
Senhor fez em mim maravilhas”.

E foi isto que se ouviu na partilha feita no Encerramento ou Clausura
que se realizou no Cine-Teatro de Nisa, após alguns anos de interregno
naquela vila alentejana e que foi gentilmente cedido para o efeito,
pela autarquia. Teve início pelas 18,30h do dia 17 com a presença
sempre gratificante e estimulante do nosso Bispo, D. Antonino Dias, e
uma participação animada, calorosa e acolhedora dos que cá fora,
tinham ajudado a viver esta maravilhosa experiencia e que, agora, de
coração aberto, recebiam e apoiavam as novas cursilhistas.

Por sua vez, os seus testemunhos refletiam a confiança sentida na
grande descoberta do Amor imenso de Deus e o seu compromisso com Ele
de O levar consigo fermentando de Evangelho os seus ambientes.

Seguiram-se testemunhos de quem já vive este 4º dia há mais tempo
animando aquelas que o estavam a iniciar.

O sr. Padre Adelino Cardoso, Diretor espiritual do Movimento na
Diocese, congratulou-se com o êxito deste cursilho, na certeza que foi
mais um momento de Graça que o Senhor concedeu à Sua Igreja e convidou
todos à participação nas próximas atividades do Movimento,
nomeadamente na Ultreia Diocesana que se realizará no Pego, no dia 26
de Junho, dia dedicado ao M.C.C.


D. Antonino, animando todos a seguir em frente, fortes na Fé e na vida
em Graça, convidou os presentes a prolongar a Alegria e a Amizade
reinantes, na celebração da Eucaristia que teve lugar na Igreja Matriz
onde, aquelas que acabavam de viver esta experiencia tão marcante para
as suas vidas, receberam os “símbolos” e (re)afirmaram o seu
compromisso com Cristo Vivo e Ressuscitado.

Viver um Cursilho é uma experiencia única que transforma o coração e o
direciona para a ação em favor dos irmãos. Por isso aqueles que o
vivem podem dizer como S. Paulo: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que
vive em mim”

Em anexo segue fotografia do grupo e do encerramento.

Cumprimentos,

Pelo Secretariado
João Cardoso

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Encontro Nacional do Ensino Secundário (ENES) alunos de EMRC

No encerramento do Encontro Nacional do Ensino Secundário (ENES) os alunos de EMRC caminharam até à Porta Santa na Sé de Lamego, por ocasião do jubileu da Misericórdia proposto pelo Papa Francisco a todos os homens e mulheres de boa vontade.
No interior, e durante a cerimónia de despedida, os mais de 1500 alunos escutaram D. António Couto, bispo de Lamego deixar o desafio: "Abri caminhos novos. Caminhai no amor de Deus até cairdes para o lado com as 'vertigens' deste mesmo amor".

Amor: No Centro da existência Humana
Na sua breve intervenção aos participantes do VI ENES, e comentando a parábola do Pai Misericordioso, o prelado afirmou que a questão do amor "é a questão suprema da nossa vida. Queremos saber se somos amados e por quem o somos". Para o bispo de Lamego a figura do Pai, presente no texto bíblico, remete-nos para um Deus que "não nos trata como um assalariado, um trabalhador, mas como um Pai que, se preciso for, nos corta a palavra sempre que nos preparamos para dizer disparates".
Atualizando a parábola D. António Couto focou a sua atenção no Pai que se "revela no maior amor que existe e, por isso, corre ao nosso encontro, sufoca-nos de amor e não nos deixar fazer nem dizer disparates". Centrando, em seguida, o seu olhar sobre o filho mais velho, o prelado comparou-o a alguém "que é incapaz da festa, do amor, da dança e por isso incapaz de andar às voltas com o amor. Este olhava para o Pai como um patrão incapaz do amor e que apenas lhe devia dar o seu salário".
D. António Couto interpelou os alunos e afirmou: "Tal como este filho mais velho também nos compete a nós tomar a decisão de entrarmos nesta casa do Pai que é amor e que é a nossa. Queremos ou não entrar na casa do amor? - questionou.
No final da sua reflexão o bispo de Lamego deixou um desejo em forma de oração: "Desejo e rezo para que tenhais a graça de levar convosco às periferias tão diversas de hoje este Amor novo que é o amor de Deus".

Um Abraço para todos
No final da cerimónia de despedida e envio do VI ENES D. António Couto repetiu o gesto do Pai Misericordioso que abraça os filhos dando esse mesmo abraço aos professores de EMRC das diferentes escolas presentes e convidando-os a levarem este "abraço da Misericórdia aos seus alunos e às diferentes realidades com que se deparam diariamente".
O VI ENES realizou-se em Lamego nos dias 8 e 9 de abril e contou com cerca de 1500 alunos, 65 escolas e 15 dioceses (num total de 20).