quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Pensamentos
"Para ganhar conhecimento,
adicione coisas todos os dias. Para ganhar sabedoria, elimine coisas
todos os dias". Lao-Tsé (-570/-490)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Abertura da Porta Santa em Castelo Branco ...
marca início de percurso de «valorização pessoal e comunitária»
A nossa Diocese de Portalegre-Castelo Branco divulgou 12 propostas para que cada cristão possa construir uma agenda pessoal e comunitária para viver o Jubileu da Misericórdia, desde o aprofundamento do tema do ano pastoral às “24 horas” de oração.
Um dos símbolos do jubileu é a ‘Porta Santa’, designada por ‘Porta da Misericórdia’ e foram escolhidas três, sendo pedido aos fiéis a sua “valorização pessoal e comunitária”.
Neste domingo, a abertura da ‘Porta Misericórdia’ começa às 14h30, primeiro em Castelo-Branco, com a procissão da igreja de Nossa Senhora de Fátima até à catedral; depois, abrem-se as ‘Portas Santas’ da Sé em Portalegre e na igreja de São Vicente, em Abrantes, ambas às 19h00.
A diocese considera que pode haver uma “onda de renovação do sentir cristão e da ação pastoral” através da “valorização” do tema do Ano Pastoral ‘Igreja viva: rosto(s) de misericórdia’.
Por isso, o seu ‘Boletim Pastoral’ aconselha a este aprofundamento através dos cadernos temáticos; no trabalho pessoal - oração, reflexão, estudo - e trabalho nos grupos de reflexão.
A Diocese de Portalegre-Castelo Branco não definiu nenhum santuário como jubilar mas mobiliza à peregrinação, “aos santuários locais, de Fátima ou outros”, como ocasião de “despertar para o sentido profundo da vida e da fé”, através de uma “caminhada esforçada”.
“Pode ser o momento da descoberta da ‘dracma perdida’ da vida de cada um; do reencontro com Jesus e com outros”, acrescenta.
Neste contexto, incentiva-se à organização e elaboração de Peregrinações propondo uma jornada com “esquema/sessão” que “ajude a vencer as barreiras” que se colocam “a Deus e aos outros”.
Os diocesanos de Portalegre-Castelo Branco são também estimulados a construir, pessoalmente ou em comunidade, um “Roteiro do Jubileu da Misericórdia”, qual caderno “diário, de bordo ou espiritual” com informações que ajudem a viver este ano.
Rezar e refletir sobre o lugar da misericórdia na “vida quotidiana”, as razões da “sua necessidade” no mundo atual e formas pessoais para “viver e praticar” a misericórdia.
“Valorizar, celebrar e proporcionar” o Sacramento da Reconciliação; participar nas diversas celebrações jubilares e na iniciativa ’24 horas para o Senhor’, a 4 e 5 de março 2016, são outras das 12 propostas para uma vivência do Ano Santo da Misericórdia, até 20 de novembro de 2016.
domingo, 22 de novembro de 2015
http://www.zenit.org/pt/articles/papa-no-angelus-a-forca-de-reino-de-cristo-e-o-amor?
"A força de Reino de Cristo é o amor" Papa Francisco
"A força de Reino de Cristo é o amor" Papa Francisco
"A força de Reino de Cristo é o amor"
domingo, 15 de novembro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Criar para EMRC: Pedro Abrunhosa e a dignidade humana
Criar para EMRC: Pedro Abrunhosa e a dignidade humana: O primeiro video/poema não conhecia, mas andava pelo youtube na busca de alguma novidade para a aula do 9º ano e esbarrei com ele. O segund...
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
CIDADE DO VATICANO: SÍNODO
Tenho dado algumas notícias do Sínodo, mais sobre a
sequência dos seus trabalhos do que daquilo que por cá se vai dizendo. Agradeço
os comentários e as partilhas que muitos dos meus amigos, no facebook, fizeram
ao que fui noticiando. Como sabem, o que por cá se tem dito, nas Congregações
Gerais e nos Círculos Menores, não é definitivo nem oficial. Não viemos para
fazer isso. Viemos, com humildade e espírito de serviço colegial, a convite do
Santo Padre, para partilhar o que pensamos, sentimos, vemos e auguramos sobre
os desafios, a vocação e a missão da família na Igreja e no mundo
contemporâneo, tendo também em conta o que as Igrejas particulares disseram. E
tudo é, sem dúvida, de uma riqueza e diversidade extraordinárias, riqueza
partilhada em espírito de grande colaboração, sem levantar muros mas rasgando
horizontes e procurando abrir novos caminhos de ação pastoral. As diferenças
culturais e distintas sensibilidades são mais convergentes e complementares do
que discordantes ou contrapostas. Mas tudo quanto se partilhou e irá partilhar
nestes dias que faltam para o final do Sínodo, será apresentado ao Santo Padre
para que ele tome as medidas que lhe aprouver e fale a toda a Igreja com
conhecimento do que a mesma Igreja, espalhada por todo o mundo, pensa, vive e,
na prática, faz. Acolherá, com certeza, com muita delicadeza e atenção, tudo
quanto lhe é dito. Dirá, porém, como Pastor da Igreja Universal, o que, com a
presença e ação do Espírito Santo, discernir e lhe parecer melhor para o bem da
Igreja e, no caso, para o bem da família e da própria comunidade humana.
É evidente que a Igreja não se pode deixar condicionar por
modelos errados de pensamento e ação ou por sentimentos de falsa compaixão,
ferindo a verdade e a justiça. Não pode aplaudir quem queira promover os
pecados e os vícios a direitos humanos. Não pode prometer o que não pode dar.
Mas tem a obrigação de, em fidelidade ao Evangelho, o interpretar e anunciar em
cada tempo, com beleza e encanto, de forma a provocar e facilitar que cada
pessoa possa ter um encontro pessoal com Jesus Cristo, caminho, verdade e vida,
para que O siga com alegria e esperança.
Temos olhado para a família em toda a sua complexidade, nas
suas luzes e sombras, procurando iluminar as sombras e aplaudir as luzes. E se
estamos conscientes das dificuldades culturais e sociais que a família
enfrenta, muito mais conscientes estamos do valor e importância da família,
constituída por um homem e uma mulher e aberta aos filhos, para o progresso e
humanização da sociedade.
Hoje, de manhã e de tarde, tivemos trabalho de grupos.
Amanhã, de manhã, dia 20, voltaremos ao trabalho de grupos. De tarde, terá
lugar a XIV Congregação Geral.
19-10-2015 – D. Antonino Dias
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Entrevista ao Papa Francisco na revista Paris Match
![]() |
| Desejo do Papa passear por Roma e "mangiare" uma boa pizza com os amigos |
Destacam-se, no entanto, a formação
jesuíta que agradece por tê-lo presenteado com o “discernimento tão querido por
Santo Inácio, a busca diária para conhecer melhor o Senhor e segui-lo
sempre mais de perto”. Ou talvez a devoção a Santa Teresa de Lisieux, "uma
das santas que mais nos fala da graça de Deus e de como Deus toma conta de
nós”, à qual se confia ainda hoje nos momentos de dificuldades.
Destacam-se também as declarações do estilo: “sempre fui um sacerdote de
estrada” e “também agora eu gostaria de passear pelas ruas de Roma, cidade
muito bonita”. Talvez vestido “simplesmente como um sacerdote?”, pergunta a
jornalista. “Não abandonei totalmente o clergyman negro debaixo da batina
branca!”, responde o Papa e reitera ainda o seu desejo de "’mangiare’ uma
boa pizza com os amigos”: “Sei que não é fácil, e mais praticamente impossível.
O que nunca me falta é o contacto com as pessoas. Encontro muitas, muito mais do
que quando eu estava em Buenos Aires, e isso me dá muita alegria! Quando abraço
as pessoas que encontro, sei que é Jesus que me segura nos braços”.
Sobre a pobreza, são duríssimas as
críticas que faz ao sistema económico atual. Um sistema “injusto”, afirma, no
qual prevalecem o capitalismo e o lucro, que em si mesmos “não são diabólicos,
se não são transformados em ídolos”. “Não o são se são instrumentos”,
esclarece; pelo contrário, “se o bem comum e a dignidade dos seres humanos
passam ao segundo plano, por não dizer ao terceiro lugar, se o dinheiro e o
lucro se tornam fetiches a serem adorados, então, as nossas sociedades estão
arrasadas”.
"A humanidade - é, portanto, o
apelo do Santo Padre - e toda a criação devem deixar de estar a serviço do
dinheiro” e recoloca no centro “a pessoa humana, a sua dignidade, o bem comum,
as gerações futuras que vão povoar a terra depois de nós” que, de outra forma,
acabarão vivendo em um “monte de lixo e entulho". "O cristão é
inclinado ao realismo, não ao catastrofismo – acrescenta. Embora se,
precisamente por esta razão, não possamos esconder uma evidência: o sistema
atual é insustentável".
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